Seu time responde a mesma coisa cem vezes por dia.
Um cliente pede a 2ª via no WhatsApp. Outro quer saber por que o pedido parou. O Loreful consulta dados e documentos, trabalha nos sistemas da empresa e responde no mesmo canal. Leitura sensível pede verificação; qualquer mudança fora dali espera a decisão de uma pessoa.
A conversa é só a porta de entrada.
O Loreful foi pensado primeiro para operações, suporte, financeiro e fiscal. Cada equipe define qual processo o canal atende e até onde o agente pode ir.
O cliente fala por onde já fala
WhatsApp, widget ou página de chat para quem está do lado de fora. API, WebSocket e MCP colocam o mesmo agente dentro de outro produto.
Cada canal cuida de um processo
O WhatsApp do financeiro pode atender cobrança enquanto o widget público fica com dúvidas gerais. O escopo do canal, as tools permitidas e os limites de custo acompanham cada conversa.
A resposta vem dos dados da empresa
Manuais, contratos, políticas e outros documentos entram em bases privadas. O agente cita a fonte que usou. Se não encontra base suficiente, para ali.
A tool pega o serviço que sobraria para alguém
Ela pode consultar uma nota, emitir a 2ª via, atualizar um cadastro ou abrir um chamado. Identidade e segredos vêm do sistema, fora do alcance do modelo.
Algumas coisas precisam de um sim
Leitura sensível exige garantia suficiente. Para uma escrita externa, a pessoa responsável vê exatamente o que vai mudar e decide antes da execução.
Depois, ninguém precisa reconstruir a história
O histórico liga pedido, canal, fontes, aprovação, execução e custo. Bloqueios também aparecem, com o motivo.
O mesmo agente também entra no seu produto.
A equipe integra por API, WebSocket ou MCP, importa tools de OpenAPI e usa credenciais próprias quando precisar. Administradores controlam papéis, segredos e retenção do histórico no mesmo lugar em que a operação acompanha o dia a dia.

